
Não acreditei quando me disseram que os sonhos se tinham tornado obsoletos... Pensei sempre nos sonhos como a câmara escura dum laboratório de fotografia: uma página em branco na qual vão aparecendo os contornos, a geometria e a realidade dos mais secretos desejos e mais vertiginosas aspirações. Estarei errado se acreditar que estas imagens são também o ontem, o hoje e o amanhã dos meus sonhos?